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Tecido biodegradável

Alunos: Matheus Gabriel Calmon Ramos Seixas;

Lorena Stábile Wenceslau Sousa

Orientador: Renato dos Santos Souza

Instituição: Colégio Nossa Senhora da Luz - Salvador/BA

Os plásticos, polímeros produzidos a partir de processos petroquímicos, altamente nocivos ao meio ambiente, são constantemente utilizados na sociedade atual. O Brasil, por exemplo, recicla menos de 2% do lixo plástico produzido, e assume a quarta posição no ranking dos países mais produtores de lixo plástico no mundo, segundo o Fundo Mundial para a Natureza.


Diante dessa problemática, tomou-se como proposta válida a realização de um projeto com o intuito de desenvolver tecidos biodegradáveis com propriedades e características semelhantes ao plástico, a fim de substituir o mesmo dos meios sociais e industriais. Contudo, foi levada em consideração a presença de fatores essenciais para o aspecto dessa nova substância, tais como: decomposição diligente, impermeabilidade, resistência e o menos nocivo possível à natureza.


Dessa forma, criou-se um tecido ecologicamente mais correto que o plástico, a fim de substitui-lo com o intuito de amenizar o impacto causado à natureza. Este é constituído por fécula de mandioca, fibra de sisal, glicerina e gelatina incolor em pó, produtos acessíveis economicamente e que não causam danos à natureza.


Estes componentes fornecem as características propostas ao composto, de modo que suas propriedades oferecem seguridade e estabilidade, o necessário para o bom aproveitamento dos recursos naturais e suprir a demanda que lhe for imposta, sendo inofensivo para o meio ambiente. É importante ressaltar que o tecido está passando por uma fase de testes, podendo sofrer diversos tipos de alterações em sua composição, de forma com que agregue características favoráveis ao seu uso.