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Utilização de blisters de Poli (cloreto de vinila) (PVC) na produção de laminados sintéticos

Alunos: Roberta de Castro Bönmann; Bianca Novakoski

Orientadora: Schana Andréia da Silva

Instituição: Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha -

Novo Hamburgo/RS

O trabalho trata-se da busca por um método de produção de laminado sintético utilizando blisters farmacêuticos como matéria-prima. O mercado de peles de animais é um dos mais procurados pelas pessoas justamente por ter uma alta qualidade. A indústria, por outro lado, desenvolveu produtos sintéticos também de alta qualidade. O motivo deste desenvolvimento é para evitar a retirada de pele, principalmente daqueles criados apenas para este fim. Por outro lado, outro ponto importante é que o PVC é o um dos polímeros termoplásticos mais utilizados do mundo, possuindo grande volume de descarte. Uma das aplicações que geram resíduos de PVC é na fabricação de cartelas de medicamentos (blisters). A reciclagem destes materiais não é realizada por ser difícil a separação da camada de alumínio, sendo o descarte mais comum a deposição em aterros.


Para testar a hipótese elaborada, houve a coleta de blisters, separou-se o PVC do alumínio da cartela imergindo-os, previamente moídos, em uma solução de NaOH 2M P.A, com agitação. Para a preparação do laminado, foi testado o plastificante mais adequado, e desenvolveu-se a seguinte composição: resina PVC, PVC reciclado, DOP, estabilizante térmico e pigmento, com três diferentes proporções de PVC, um com 100% PVC virgem (padrão), outro substituindo parte do PVC virgem pelo reciclado e último com 100% reciclado. Foi realizado o processo de cura do laminado a 160°C na prensa hidráulica por 2,5 minutos.


Desta forma, conclui-se que a separação do PVC/Al foi viável e que conseguiu-se produzir um laminado sintético com alta flexibilidade, brilho e homogeneidade.

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