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Programa IBTeC + dá continuidade a projetos de alunos da Liberato e UFSM


Com o objetivo de promover a inovação para o setor calçadista através da aproximação e compartilhamento de informações com escolas técnicas e universidades, o Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC) lançou em agosto de 2019 o Programa IBTeC +. Coordenado pelo Núcleo de Inovação Tecnológica, o programa visa a oportunizar que estudantes e profissionais ligados aos meios acadêmicos possam contribuir com a cadeia do setor de calçados, sugerindo ideias e oferecendo soluções em melhorias incrementais e radicais aos calçados e processos das indústrias.


O gestor de inovação do IBTeC, Deivis Gonçalves, coordenou o trabalho de aproximação com instituições de todo o Rio Grande do Sul, divulgando o programa e incentivando estudantes a participarem apresentando projetos de pesquisa que estejam focados em promover inovação para a indústria calçadista e agregar valor aos produtos. O IBTeC premia os melhores projetos, e oferece suporte técnico e profissional para a transformação da ideia em negócio.


Entre os premiados, o estudante do terceiro ano do Curso de Eletrônica da Fundação Liberato Salzano Vieira da Cunha, Nicolas Borges Morgenstern. Ele apresentou um projeto que prevê o embarque de tecnologias para auxiliar deficientes visuais. Na última terça-feira, o estudante apresentou o protótipo do seu projeto, a uma banca formada por técnicos do Instituto.


A Universidade Federal de Santa Maria também teve um trabalho premiado, sob a coordenação do professor Thiago Augusto de Lima Burgo, que apresentou também para uma banca examinadora, o resultado de sua pesquisa. O trabalho da UFSM está ligado ao monitoramento do desgaste de materiais utilizados para a produção de calçados.


Deivis Gonçalves explica que os próximos passos para os trabalhos premiados são transformar as ideias em uma possibilidade para as indústrias de calçados, a partir da verificação de reais possibilidades de que elas se transformem em produtos. Para isto, a equipe de técnicos do Instituto deverá fazer uma maratona de estudos com cada equipe, avaliando as possibilidades de escalonar cada ideia.