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COLUNA ANIMASEG: Calçado adequado é garantia de proteção e segurança em ambientes de saúde


A pandemia do novo coronavírus impactou o mundo de uma forma tão profunda, que a sociedade se depara com a necessidade urgente de transformação para evoluir melhor em vários campos, do pessoal ao profissional e econômico. Nesse sentido, os Equipamentos de Proteção Individual elevam a sua importância no que se refere à proteção e segurança do trabalhador de forma integral, da cabeça aos pés.


Especificamente para profissionais da saúde, a Norma Regulatória nº 32 (NR-32) estabelece as diretrizes de proteção à segurança e saúde dos trabalhadores, abrangendo também os que atuam em promoção e assistência à saúde. A NR-32 busca prever os riscos biológicos a que os profissionais de saúde estão expostos durante sua atividade. Esses riscos biológicos precisam ser reduzidos e uma das medidas é o fornecimento de EPIs, entre eles, o calçado que não pode ser um modelo aberto.


Deve-se, então, considerar que o calçado ocupacional precisa ser fechado, proporcionar segurança, proteção e conforto ao usuário. Para atender essas condições, a escolha da matéria-prima para a fabricação é primordial, pois o calçado adequado precisa oferecer também durabilidade para suportar processos de higiene, sem perder suas características.


Como exemplo de calçados adequados, podemos citar os fabricados com material polimérico não poroso, que facilita e suporta a higienização frequente e completa, por fora e por dentro, podendo utilizar sabão e produtos químicos, como o cloro. Um processo fundamental no protocolo de higiene dos ambientes de saúde, para que o trabalhador não sofra contágio nem contamine o ambiente, pois as solas dos calçados, segundo vários estudos, são um vetor de patógenos.


Esse material polimérico também atende a necessidade de alta aderência e resistência ao deslizamento, sendo uma das propriedades mais solicitadas pelos compradores dos serviços de saúde. Outras propriedades desse material são a leveza, sendo o mais leve atualmente no mercado, a estabilidade, a absorção de impacto e a resistência ao descolamento, atendendo as normas exigidas para calçados de uso hospitalar. Essa tecnologia e conceito são empregadas pela Marluvas, que desenvolveu a linha Flex Clean. O Modelo foi submetido a um teste de 30.000 ciclos de flexão, o que corresponde a um uso diário durante seis meses.


Associação Nacional da Indústria de Material de Proteção ao Trabalho - ANIMASEG

Colaboração: Marluvas


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