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Bioplástico

Alunos: Raira Ferreira de Matos; Maria Eduarda Laurino Kirst;

Felipe Furtado de Moura

Orientadora: Isabel Cristina Ferreira Gravato

Coordenador: Felipe Abreu da Silva

Instituição: Escola de Ensino Médio Sesi Eraldo Giacobbe - Pelotas/RS

O objetivo deste projeto é produzir um biopolímero a partir do amido de milho para a substituição de plásticos de utensílios domésticos, como bandejas e potes. Com o crescimento populacional no mundo e o modo desenfreado de uso do plástico [(C10H8O4)n] que é um polímero de longa durabilidade e alto consumo de sua matéria-prima, o planeta está cada vez mais poluído e isso acarreta complicações à saúde das populações e causa problemas ambientais, pois ao serem degradados eles são decompostos em partículas de até um milhão de vezes, chamadas microplásticos, e essas micropartículas podem causar danos à saúde das populações.


O componente químico que faz com que o plástico sintético tenha resistência é o bisfenol A, (C15H16O12), suas moléculas são instáveis e no sistema humano pode acabar gerando danos à saúde. É importante destacar que o meio ambiente também está cada vez mais prejudicado pelo excesso de plástico que é descartado em lugares inapropriados, sendo que um dos ambientes mais afetados são os oceanos.


Em contrapartida, o bioplástico tem como objetivo manter as propriedades do plástico, diminuindo o impacto ambiental que ele causa.


Para a produção do protótipo do biopolímero foram seguidas as seguintes etapas: primeiramente, um Becker foi levado por 10 minutos ao banho-maria na temperatura de 95°C com 60 ml de água, 10g de amido de milho, 15ml de ácido acético e 5ml de glicerina. Na próxima etapa, se adicionou 15g de trigo ao processo. Logo em seguida a mistura ficou homogênea e gelatinosa, sendo envasada em uma placa de Petri servindo de molde. Posteriormente o material foi exposto ao sol para secagem.


Dados preliminares indicam que este método de produção de biopolímero ainda apresenta restrições em relação ao contato com a umidade e sua resistência. Em relação à exposição do biopolímero à umidade, já foram obtidos métodos de contornar esse problema com a substituição da água pelo álcool etílico (99,8%). A resistência do bioplástico ainda é um desafio, necessitando a análise dos seus componentes bem como aplicação de protocolos de testagem para rigidez.

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